O Porto Central se destaca pela grandiosidade: 3,5 km de praia por 7 km de extensão em terra, projetado com o conceito do Porto de Rotterdam. Na primeira fase em execução, está sendo construído o Terminal de Líquidos (petróleo e derivados), que exige a dragagem de um canal de 25 km para atingir 25 metros de profundidade, além da construção de quebra-mar sul e dolfins de atracação. O projeto foi concebido para receber os maiores navios do mundo, com capacidade de até 400 mil toneladas. Multiusuário, democrático e estratégico O porto contemplará terminais de grãos, minério de ferro, contêineres (com capacidade para 1,4 milhão de TEUs por ano), fertilizantes e carga geral, além de forte potencial para geração de energia eólica offshore. A conexão ferroviária é estratégica para sua plena vocação logística, integrando os principais modais de transporte e posicionando o sul do Espírito Santo como um dos principais hubs do Brasil. Compromisso com o desenvolvimento local José Maria reforçou o compromisso do Porto Central com o desenvolvimento local, incluindo qualificação de mão de obra via parceria com o IFES e prioridade para empresas capixabas nos contratos e fornecimentos. Uma visão que vai além da infraestrutura e reconhece o papel do porto como motor de desenvolvimento regional. Resiliência e visão de longo prazo A trajetória do projeto impressiona: iniciado em 2012, avança com determinação apesar dos desafios, com horizonte de 20 a 30 anos. Um empreendimento que exige visão, paciência e crença no potencial do estado. O Porto Central chega para ser a âncora de transformação econômica do sul do Espírito Santo, gerando oportunidades para toda a cadeia metalmecânica e o setor produtivo capixaba.